segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Dia Mundial da Diabetes

O rastreio para a diabetes tipo II é importante par reduzir os seus impactos e risco de complicações graves


  • A diabetes, uma fatura cada vez maior: 415 milhões de adultos viviam com diabetes em 2015 sendo que este numero deve aumentar até aos 642 milhões, ou um em cada 10 adultos, até 2014. 
  • 1 em cada 2 adultos diabéticos não se encontra diagnosticado.
  • Muitas pessoas vivem com diabetes tipo II por um longo período de tempo sem que estejam cientes da sua condição. Um diagnóstico tardio pode significar que complicações graves já estejam a acontecer. 
  • Até 70% dos casos de diabetes tipo II podem ser revertidos ou adiados adotando estilos de vida mais saudáveis, isto equivale a mais de 160 milhões de casos até 2014. 
  • Com o níveis crescentes, entre as crianças, de má nutrição e de inatividade física em vários países, a diabetes tipo II na infância tem o potencial de se tornar num problema de saúde publica global, levando a graves resultados de saúde. 
  • Atualmente, 12% das despesas globais de saúde são em adultos diabéticos. 
  • Estima-se que a diabetes continuará a aumentar nos países mais pobres, representando uma ameaça ao seu desenvolvimento. por exemplo, em 2040, o numero de pessoas com diabetes em África deverá duplicar. 

Alguns numeros da diabetes em 2015


Mais de 40 000 000 Adultos 







Mais de 5 000 000 de mortes anuais 







Mais de 670 000 000 milhões de dolares em custos para os sistemas de saúde 









Fonte: International Diabetes Federation - http://www.idf.org/wdd-index/index.php

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Mostra de Oportunidades de Emprego e Empreendedorismo

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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Alguns passos para manter o dinamismo intelectual




Interagir socialmente: Os seniores que interagem regularmente com amigos, familiares e a comunidade encontram-se menos suscetíveis a experienciar declínio cognitivo e podem experimentar um sentido mais profundo de bem-estar geral. Isto pode dever-se ao facto de a interação social permitir aos indivíduos lidar com o stresse de forma mais produtiva e de os seniores mais ativos socialmente tenderem a ser fisicamente mais ativos. Os seniores que não conseguem conduzir podem solicitar a ajuda de um elemento da família ou amigo para se deslocarem a oportunidades de sociabilização ou procurarem a assistência de cuidadores profissionais.

Atividade física: É comum referir o exercício físico como uma solução para a maioria das problemáticas que afetam a população em geral, e acontece que é igualmente uma forma de manter a mente ativa. Os seniores que não sejam fisicamente ativos devem consultar um médico ou especialista antes de iniciar um programa de exercício.

Acreditar nas competências próprias: Os cientistas não têm a certeza de qual o motivo que leva a confiança nas capacidade próprias a evitar o declínio mental, mas poderá estar relacionado com a capacidade de um indivíduo para manter uma perspetiva mais positiva relativamente à vida e ser capaz de mais rapidamente recuperar de adversidades. Isto poderá ajudar a tornar o indivíduo mais profundamente envolvido em atividades e a manter um interesse no que se encontra a fazer, o que por sua vez poderá desafiar o cérebro.

Apesar de algumas mudanças no cérebro serem normais à medida que envelhecemos, estas alterações não possuem sempre um impacto decisivo na vida dos seniores. Muitos seniores revelam uma acuidade mental semelhante à de jovens adultos. Ter um papel ativo em procurar manter a mente dinâmica pode ajudar os seniores a reduzir o risco de doenças neurológicas, tais como a demência e a viver de forma plena como intervenientes ativos nas suas comunidades.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Dicas para evitar a perda de capacidades cognitivas no Sénior




Um dos grandes receios de muitas pessoas relativamente ao envelhecimento é de perder faculdades mentais. Apesar de existirem algumas doenças e condições neurológicas sobre as quais não dispomos de qualquer controlo, existem algumas que são evitáveis através de alterações de estilos de vida e comportamentos. A boa notícia é que estas mudanças podem ser implementadas independentemente da idade da pessoa em questão. Os investigadores identificaram um conjunto de características que parecem poder ajudar a manter a acuidade mental de uma pessoa na sua senioridade.

Aprender e realizar exercícios mentais: Apesar de existir algum debate se o facto de resolver puzzles e outros desafios mentais possui algum impacto para evitar o declínio cognitivo, existe uma forte evidência que a aprendizagem a longo-prazo mantém o dinamismo do cérebro. A pesquisa demonstrou que o processo de aprendizagem mantém o cérebro mais rápido do que quando o conhecimento adquirido é mantido. Por outras palavras, o processo de aprendizagem é um processo de memorização. Por este motivo, aprender algo novo, tal como uma receita, e esquecer a mesmo a seguir não possui nenhum impacto significativo. Contudo, aprender a tocar um instrumento ou a fazer um arranjo no carro, e talvez até ensinar outros a fazê-lo, requer memorização e fortalece os circuitos do cérebro.

Possuir mais tempo de educação: Os indivíduos que possuem mais anos de educação formal correm um risco diminuído de declínio cognitivo que aqueles com menos anos de aprendizagem. A educação formal estimula processos lógicos no cérebro e cria conexões neste circuito. Este processo pode ajudar a compensar as mudanças ocorridas no cérebro com a idade. Adicionalmente, quem possui uma mais longa educação formal tende a adotar estilos de vida em geral mais saudáveis para o cérebro. Para os seniores que nunca tiveram a oportunidade de continuar os seus estudos, a aposentação pode ser a oportunidade para o fazer. Várias instituições de ensino e universidades seniores disponibilizam cursos com custos reduzidos ou grátis para seniores.